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Blog AndersonBrandao.com.br

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Peso corporal, muito além da vaidade e da estética

A saúde sempre foi uma questão amplamente discutida ao longo da nossa história e há muitos anos são buscados avanços científicos e tecnológicos para aumentar a expectativa de vida. Mas recentemente, uma nova questão tem sido alvo de constantes discussões, o peso corporal das pessoas.
Com o advento dos produtos processados ricos em açúcar e gordura, a sociedade moderna teve um aumento substancial no número de pessoas obesas e com sobrepeso em todas as faixas etárias. O problema, que já era mundial, obviamente chegou ao Brasil. Aqui criou-se, inclusive, uma pesquisa anual realizada pelo Ministério da Saúde para avaliar as condições e hábitos da população com relação à saúde. A Vigitel, como é chamada, divulgou este ano dados ainda mais alarmantes sobre obesidade e sobrepeso na população brasileira. Observe abaixo alguns dos gráficos sobre o excesso de peso:
A questão do peso da população brasileira há muito deixou de ser estética. Agora, o foco do assunto é a saúde pública. As evidências científicas que confirmam a relação direta do excesso de peso/obesidade com doenças cardiovasculares, metabólicas e neurodegenerativas aqui são confirmadas pelos dados da Vigitel. A pesquisa de 2016, apontou o aumento de casos de diabetes e hipertensão arterial, doenças que podem estar associadas a um peso corporal elevado.
Apesar da informação massificada dos agravantes do excesso de peso e da importância de uma alimentação regrada ainda são necessárias políticas governamentais que de fato ensinem a população de forma geral a se alimentar melhor. E, diante deste cenário, o governo brasileiro lançou um plano de metas com relação a obesidade e sobrepeso. O objetivo até 2019 é estabilizar a obesidade, reduzir em 30% o consumo de refrigerantes e sucos artificiais e aumentar em pelo menos 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças de forma regular.
Além de educar a população, espera-se que o governo aja também no preço dos alimentos naturais, que geralmente custam muito mais do que os processados, que apesar de prejudiciais são bem mais compatíveis com o poder de compra da maioria da população.

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