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Blog AndersonBrandao.com.br

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Equacionando a composição corporal perfeita

A maioria dos objetivos dos praticantes de exercício físico são direcionados a mudanças na composição corporal, seja a perda de gordura ou o ganho de  massa muscular. E se é este o objetivo, o que é preciso fazer para conquista-lo? Dieta e exercício. Mas em qual proporção?
Para a mudança corporal em geral, a resposta é baseada no controle das seguintes variáveis:
Calorias Consumidas - Calorias  Gastas = saldo positivo = aumento o peso
                                                                     = saldo negativo = perda de peso          
Baseado nessa equação é só estabelecer uma relação favorável ao objetivo. Por exemplo, se o objetivo é emagrecer o gasto calórico tem que ser maior do que o consumo.
Observando as variáveis, percebe-se que o consumo calórico está ligado a dieta e o gasto calórico ao exercício. Então, controlando a dieta e o exercício teremos o resultado desejado, certo?
A resposta esta correta, mas é bem generalizada já que se limita a essas interações sem considerar as questões hormonais e metabólicas. Mas tudo está interligado.
O modelo de emagrecimento sugerido acima prevê uma dieta com baixas calorias e um regime de exercícios extenso. Analisando somente essa situação, obviamente será gerado um saldo negativo, ou seja, a pessoa vai perder peso. Mas qual peso será eliminado? Provavelmente será tanto o peso da massa muscular como  também o da gordura, este ultimo em menor proporção.
Analisemos as opções:
Comer menos: o ambiente de privação gera um estresse/desconforto no organismo e a consequência disso é a redução do metabolismo basal. O corpo humano é econômico e se você oferecer menos calorias ele também vai gastar menos. No primeiro momento a perda de peso pode acontecer, mas ao passar a comer normalmente a pessoa volta a engordar. Resultado, maior gordura corporal e metabolismo mais lento.
Comer demais: essa é a situação na sociedade moderna:  as pessoas comem demais e errado. A alimentação, de forma geral, está rica em carboidratos refinados, que promovem um sobe e desce na insulina, resultando na resistência a esse hormônio.  Ou seja, o corpo vai precisar de mais insulina para gerar a resposta adequada (retirar o açúcar do sangue) o que favorece o aumento da gordura corporal além de  dificultar a sua perda.
Quanto às pessoas que comem demais, mas possuem uma alimentação correta, os hormônios e o metabolismo funcionam naturalmente, mantendo o organismo balanceado.

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